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  • Por que as certificações são cada vez mais importantes na indústria plástica?

    Por que as certificações são cada vez mais importantes na indústria plástica?

    Por que as certificações são cada vez mais importantes na indústria plástica?

    De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a incorporação de práticas ESG e de gestão responsável da cadeia de fornecedores vem se consolidando como um dos principais fatores de competitividade da indústria brasileira. 

    Ao mesmo tempo, novas regulamentações voltadas à economia circular, como o Decreto nº 12.688/2025, reforçam a necessidade de maior rastreabilidade e transparência nos processos produtivos.

    Hoje, certificações que comprovam sustentabilidade, ética, rastreabilidade (https://www.azeplast.com.br/blog/rastreabilidade-40-blockchain-e-novas-metas-de-2026-transformam-a-reciclagem-no-brasil ) e conformidade são fatores cada vez mais relevantes na homologação de fornecedores e na construção de cadeias produtivas mais resilientes, competitivas e preparadas para os desafios do mercado.

    Nesse cenário, fornecedores capazes de comprovar boas práticas por meio de certificações reconhecidas tornam-se parceiros estratégicos para organizações que buscam reduzir riscos, atender exigências regulatórias e fortalecer sua competitividade. Continue para saber mais!

    Quando um fornecedor não é certificado, toda a cadeia pode sentir os impactos

    A responsabilidade sobre um produto não termina nos limites da fábrica. Cada vez mais, empresas dos setores alimentício, farmacêutico, cosmético, químico, de higiene e limpeza, agronegócio, bens de consumo e industrial são cobradas por clientes, investidores e órgãos reguladores a demonstrar que toda a sua cadeia de fornecimento atua de forma responsável.

    Na prática, isso significa que fornecedores sem certificações reconhecidas podem representar um desafio para seus clientes. Processos de homologação mais rigorosos, auditorias, exigências relacionadas a indicadores ESG, necessidade de comprovação da origem de matérias-primas (https://www.azeplast.com.br/blog/pcr-na-pratica ), atendimento às legislações ambientais e comprovação de conteúdo reciclado são fatores que passaram a influenciar diretamente as relações comerciais.

    Assim, certificações reconhecidas tornaram-se uma ferramenta de gestão de riscos, proporcionando maior transparência, previsibilidade e segurança para toda a cadeia produtiva.

    Mas, afinal, o que as certificações garantem para o cliente?

    As certificações demonstram que uma empresa adota processos auditados, segue normas reconhecidas e investe continuamente na melhoria de suas operações. Para quem escolhe um fornecedor, isso representa benefícios concretos, como:

    Além de comprovar práticas responsáveis e conformidade com as exigências do mercado, as certificações também oferecem maior segurança em relação à qualidade do material fornecido. Em um cenário de expansão do uso de reciclados, um dos principais desafios da indústria é garantir que a adoção de matérias-primas recicladas aconteça sem comprometer o desempenho, a padronização e a confiabilidade que os clientes já esperam dos materiais virgens.

    Por isso, fornecedores certificados se tornam parceiros estratégicos: eles demonstram capacidade de atender às novas regulamentações e demandas de sustentabilidade mantendo critérios rigorosos de qualidade, desempenho e segurança em seus processos produtivos.

    Ao escolher um parceiro certificado, as empresas fortalecem não apenas sua operação, mas toda a cadeia em que estão inseridas.

    EcoVadis: sustentabilidade reconhecida internacionalmente

    A EcoVadis é uma das mais respeitadas plataformas globais de avaliação de sustentabilidade empresarial, utilizada por milhares de organizações para analisar o desempenho ESG de seus fornecedores.

    Sua metodologia considera quatro pilares fundamentais:

    * Meio ambiente;

    * Direitos humanos e relações de trabalho;

    * Ética empresarial;

    * Compras sustentáveis.

    Ao conquistar essa certificação, a empresa demonstra que a sustentabilidade faz parte da gestão do negócio e está presente em seus processos, políticas e práticas corporativas, alinhado às exigências de grandes cadeias produtivas nacionais e internacionais.

    SMETA: compromisso com ética, pessoas e responsabilidade

    A auditoria SMETA (Sedex Members Ethical Trade Audit) é uma das avaliações de responsabilidade social mais reconhecidas no mundo.

    Ela verifica aspectos relacionados às condições de trabalho, saúde e segurança ocupacional, ética empresarial e gestão ambiental, assegurando que as organizações mantenham processos responsáveis e transparentes.

    Essa certificação reforça o compromisso com um ambiente de trabalho seguro, relações éticas e melhoria contínua, e representa mais segurança ao cliente ao integrar uma cadeia de fornecimento comprometida com práticas responsáveis e reconhecidas internacionalmente.

    Recircula Brasil: rastreabilidade que fortalece a economia circular

    A iniciativa certifica e rastreia a utilização de matéria-prima reciclada por meio de um sistema auditado de balanço de massa, proporcionando transparência sobre o conteúdo reciclado presente nos produtos.

    Essa certificação ganha ainda mais relevância diante das novas regulamentações voltadas ao aumento do uso de plástico reciclado e da crescente demanda do mercado por comprovação de práticas sustentáveis.

    Entre seus principais benefícios estão:

    * rastreabilidade do conteúdo reciclado;

    * comprovação da origem dos materiais utilizados;

    * fortalecimento da economia circular;

    * maior transparência para clientes e órgãos reguladores;

    * apoio ao atendimento das exigências do Decreto nº 12.688/2025 (https://www.azeplast.com.br/blog/decreto-126882025-transforma-mercado-corrida-por-rastreabilidade-e-pcr-certificada-define-agenda-para-2026 ) e de outras iniciativas voltadas à sustentabilidade.

    Para empresas que precisam reportar indicadores ESG ou comprovar a utilização de conteúdo reciclado em seus produtos, contar com fornecedores certificados representa um importante diferencial competitivo.

    Certificações que acompanham a evolução da indústria

    Certificações como EcoVadis, SMETA e Recircula Brasil demonstram que a Azeplast está preparada para atender às exigências atuais e futuras do mercado, oferecendo segurança, transparência, governança e confiança para empresas que entendem que uma cadeia produtiva forte começa pela escolha dos parceiros certos.

    Cada certificação conquistada representa investimentos constantes em pessoas, tecnologia, processos e melhoria contínua, e refletem a forma como a Azeplast enxerga seu papel no mercado: contribuir para uma indústria mais responsável, inovadora e preparada para os desafios da economia circular.

    Ao reunir certificações reconhecidas nacional e internacionalmente, a empresa reforça seu compromisso em entregar soluções que agregam valor não apenas aos seus clientes, mas a toda a cadeia produtiva, construindo relações baseadas em confiança, desempenho e sustentabilidade.

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  • 35 anos de transformação: a visão de Djalma Azevedo sobre o futuro das embalagens e da economia circular

    35 anos de transformação: a visão de Djalma Azevedo sobre o futuro das embalagens e da economia circular

    Da evolução da reciclagem no Brasil às novas exigências regulatórias, o diretor-presidente da Azeplast compartilha os aprendizados de mais de três décadas de atuação na indústria e explica por que a economia circular deixou de ser tendência para se tornar uma estratégia de negócios.

    Ao longo dos últimos 35 anos, a indústria de embalagens passou por mudanças profundas. Tecnologias evoluíram, legislações foram criadas, consumidores passaram a exigir mais responsabilidade ambiental e a economia circular ganhou espaço nas estratégias das empresas.

    Poucos profissionais acompanharam essa transformação tão de perto quanto Djalma Azevedo, diretor-presidente da Azeplast. Desde o início da década de 1990, ele viu o mercado deixar de tratar o plástico reciclado como um material de baixo valor para reconhecê-lo como um ativo estratégico para a competitividade das indústrias.

    Nesta entrevista especial, Djalma compartilha sua visão sobre a evolução do setor, os desafios da reciclagem de filmes flexíveis, o impacto das novas regulamentações e os caminhos que devem definir o futuro das embalagens no Brasil e no mundo.

    De subproduto a estratégia de mercado

    Durante muito tempo, reciclar plástico era uma atividade vista apenas como alternativa para reduzir custos. Segundo Djalma, esse cenário começou a mudar à medida que a tecnologia evoluiu, permitindo transformar resíduos em matérias-primas capazes de atender aos mesmos padrões de desempenho exigidos pela indústria.

    “Quando começamos, em 1991, plástico reciclado era tratado como subproduto de quem não podia pagar pelo virgem. Não existia PCR no vocabulário comercial. Existia ‘aparas’, ‘sucata’, ‘refugo’”, explicou.

    Ao longo dessa trajetória, ele identifica três grandes marcos para o setor: a profissionalização dos processos de reciclagem, o avanço das legislações ambientais e a mudança na percepção do mercado.

    A primeira transformação ocorreu com a evolução tecnológica da reciclagem. Processos como lavagem, separação, extrusão e controle de propriedades passaram a exigir engenharia, controle de qualidade e investimentos em equipamentos especializados.

    “A extrusão de PCR deixou de ser ‘jogar o aparado de volta na máquina’ e virou ciência de processo”, reflete o diretor-presidente.

    Mais recentemente, a regulamentação passou a acelerar esse movimento. A Política Nacional de Resíduos Sólidos estabeleceu as bases para a economia circular, enquanto o Decreto nº 12.688/2025 trouxe metas obrigatórias para recuperação de embalagens e utilização de conteúdo reciclado.

    Na avaliação de Djalma, outro fator passou a impulsionar definitivamente essa transformação: a demanda do próprio mercado. “Sustentabilidade deixou de ser marketing verde e passou a ser critério de homologação de fornecedor”, pontuou.

    O momento em que sustentabilidade deixou de ser escolha

    Embora o debate sobre sustentabilidade já estivesse presente há alguns anos, Djalma identifica um momento bastante específico em que percebeu que o tema deixaria de ser apenas um diferencial competitivo.

    Segundo ele, isso aconteceu em 2019, quando grandes clientes passaram a solicitar comprovações formais sobre o percentual de PCR presente nas embalagens, sua origem e os mecanismos de rastreabilidade adotados pela indústria. “Não foi por epifania. Foi por dado concreto”, expõe o diretor.

    A partir dali, a sustentabilidade deixou de estar restrita às áreas de marketing ou responsabilidade corporativa e passou a integrar diretamente os processos de compras das empresas.

    Esse movimento ganhou ainda mais força com a pressão de investidores, metas globais de redução de emissões e, posteriormente, com a publicação do Decreto nº 12.688/2025.

    Produzir com PCR exige muito mais do que usar plástico reciclado

    Um dos pontos mais enfatizados por Djalma é que existe uma diferença significativa entre utilizar matéria-prima reciclada e dominar, de fato, a produção de embalagens com PCR. Segundo ele, tudo começa muito antes da extrusão.

    “Produzir embalagem com PCR não é pegar resíduo moído e jogar na extrusora”, problematiza ele, que enfatiza ainda que, para alcançar desempenho industrial, é necessário controlar toda a cadeia: origem do resíduo, triagem, lavagem, extrusão, formulação das resinas, rastreabilidade e certificações.

    Ainda em sua fala, destaca que a reciclagem de filmes flexíveis pós-consumo está entre os processos mais complexos da indústria, justamente pelo elevado nível de contaminação e pela diversidade de polímeros presentes nesse tipo de resíduo. Além da tecnologia, outro fator faz diferença.

    “Cliente industrial não quer PCR quando disponível. Quer PCR todo mês, no mesmo lote, com a mesma qualidade,” problematiza ele que, cada vez mais foi compreendendo as dores do setor.

    Uma nova realidade para a indústria brasileira

    Na visão do diretor-presidente da Azeplast, a legislação brasileira representa apenas o início de uma transformação muito maior.

    Enquanto o Brasil avança com o Decreto nº 12.688/2025, mercados como o europeu já implementam normas ainda mais rigorosas, como a PPWR (Packaging and Packaging Waste Regulation), que estabelece requisitos relacionados à reciclabilidade, conteúdo reciclado e rastreabilidade das embalagens.

    Para Djalma, isso demonstra que a economia circular caminha para se tornar um padrão internacional. “O mundo está convergindo para um padrão global de circularidade obrigatória”, reflete.

    Esse cenário deve impactar não apenas empresas exportadoras, mas toda a cadeia de fornecimento, já que grandes multinacionais tendem a exigir dos seus fornecedores padrões semelhantes aos adotados em seus mercados de origem.

    Credibilidade construída ao longo de 35 anos

    Ao falar sobre a trajetória da Azeplast, Djalma atribui a consolidação da empresa a um conjunto de fatores que vão além da tecnologia.

    Consistência operacional, verticalização dos processos, especialização em filmes flexíveis pós-consumo e relacionamento próximo com os clientes aparecem como pilares dessa construção. Segundo ele, a confiança do mercado é resultado de um trabalho contínuo.

    “A credibilidade de uma indústria de transformação se constrói lote a lote, remessa a remessa”, coloca o também presidente, que ainda ressalta que momentos desafiadores fizeram parte dessa história e contribuíram para fortalecer a cultura da empresa. “Empresa que não se adapta morre.”

    Para Djalma, a capacidade de enfrentar mudanças, mantendo a operação e o compromisso com os clientes, faz parte da credibilidade construída ao longo das últimas décadas.

    O futuro pertence a quem agir agora

    Ao projetar os próximos anos, Djalma acredita que a competitividade estará diretamente ligada à capacidade das empresas de incorporar a economia circular aos seus modelos de negócio.

    Isso permite atender à legislação e ainda representa uma oportunidade de diferenciação, fidelização de clientes e acesso a novos mercados. “Economia circular não é obrigação fiscal. É nova fronteira de valor”, destaca.

    Na avaliação do executivo, empresas que demorarem para investir em estrutura, tecnologia e rastreabilidade poderão enfrentar custos maiores, dificuldades de abastecimento e perda de competitividade.

    Uma trajetória construída antes da tendência

    Ao final da conversa, Djalma resume em poucas palavras aquilo que considera o principal aprendizado de sua trajetória na indústria: negócios sustentáveis são aqueles capazes de atravessar décadas, adaptando-se às mudanças sem perder a consistência.

    Depois de mais de 35 anos acompanhando a evolução do setor, ele acredita que a economia circular deixou de ser uma possibilidade para se tornar um caminho inevitável para a indústria do plástico.

    “A Azeplast fez essa aposta há 35 anos, quando reciclar plástico não era tendência, era teimosia. Hoje, a teimosia virou estratégia”, conclui.

  • Rastreabilidade 4.0: Blockchain e novas metas de 2026 transformam a reciclagem no Brasil

    Rastreabilidade 4.0: Blockchain e novas metas de 2026 transformam a reciclagem no Brasil

    Estamos em janeiro de 2026 e a gestão de resíduos no Brasil atravessa sua fase mais tecnológica e regulatória. Com a entrada em vigor das novas metas do Decreto Federal de Logística Reversa, que estipula a recuperação de 22% das embalagens plásticas colocadas no mercado já para este ano, a pressão sobre as empresas nunca foi tão grande. A resposta do setor, no entanto, vem digitalizada: a integração massiva de blockchain e certificações digitais está eliminando o antigo fantasma da “dupla contagem” de notas fiscais e garantindo uma transparência inédita na cadeia de reciclagem.

    O fim da era do papel e o auge dos Tokens de Reciclagem

    Se até 2024 a rastreabilidade era um diferencial de marketing, hoje ela é uma licença para operar. O mercado brasileiro observa a consolidação de plataformas que tokenizam créditos de reciclagem. Startups nacionais, como a Minha Coleta e a Polen, ganharam tração no último semestre ao utilizar redes blockchain para transformar cada quilo de resíduo recuperado em um ativo digital único e imutável.

    Essa tecnologia resolve um gargalo histórico: a fraude. Antigamente, uma mesma nota fiscal de venda de material reciclável poderia ser utilizada por duas ou mais empresas para comprovar o cumprimento de metas ambientais. Com o registro em livro-razão distribuído, o “Crédito de Logística Reversa” torna-se um NFT (Token Não Fungível) auditável em tempo real. Quem ganha é o meio ambiente e o compliance das corporações, que agora podem apresentar relatórios ESG à prova de falhas para investidores e reguladores.

    O Passaporte Digital de Produtos (DPP) bate à porta

    A urgência brasileira não é isolada. A indústria nacional corre para se adequar ao Passaporte Digital de Produtos (DPP) da União Europeia. Embora o foco inicial na Europa tenha sido baterias industriais e de veículos elétricos — cuja exigência de passaporte digital entrou em vigor no início deste ano —, a onda regulatória já impacta exportadores brasileiros de têxteis e aço verde.

    • Transparência total: O DPP exige que dados sobre a origem da matéria-prima, percentual de conteúdo reciclado e instruções de descarte acompanhem o produto digitalmente.
    • Impacto nas exportações: Commodities brasileiras e manufaturados que não comprovarem sua circularidade via certificações rastreáveis correm o risco de perder espaço no mercado europeu.

    Um exemplo prático dessa movimentação global é o anúncio feito hoje (14) pela gigante japonesa Fujitsu, que iniciou testes de blockchain para rastrear dados de valor ambiental em “aço verde”, visando justamente a integridade das certificações de redução de carbono que circulam entre produtores e compradores internacionais.

    Regulação nacional aperta o cerco

    No cenário doméstico, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) publicou na primeira semana de 2026 novas portarias (como a GM/MMA nº 1.561/26) que endurecem os critérios de habilitação para as entidades gestoras. O recado é claro: a governança dos sistemas de logística reversa precisa ser auditável.

    Não basta mais dizer que reciclou; é preciso provar o caminho do resíduo, da lixeira do consumidor até a reintrodução na indústria como nova matéria-prima. O ano de 2026 promete ser o divisor de águas onde a tecnologia blockchain deixa de ser uma promessa futurista para se tornar a espinha dorsal da economia circular brasileira.

  • Decreto 12.688/2025 transforma mercado: Corrida por rastreabilidade e PCR certificado define agenda para 2026

    Decreto 12.688/2025 transforma mercado: Corrida por rastreabilidade e PCR certificado define agenda para 2026

     

     

    O clima nos bastidores da indústria de embalagens é de adaptação acelerada. Com a publicação do Decreto Federal nº 12.688 em 21 de outubro deste ano, o Brasil deu seu passo mais ousado em direção à economia circular real. Se antes a logística reversa operava em um terreno por vezes voluntário ou fragmentado, agora a regra é clara: a partir de 2026, a incorporação de conteúdo reciclado pós-consumo (PCR) deixa de ser um diferencial de marketing para se tornar uma obrigação legal monitorada.

    O Novo Cenário Regulatório

    O decreto regulamentou dispositivos da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e introduziu o chamado “Mandato Duplo”. Isso significa que as empresas não podem apenas garantir que reciclam (retirar resíduos do mercado); elas precisam, obrigatoriamente, reinserir material reciclado em suas novas embalagens. A meta inicial para 2026 é agressiva: 22% de conteúdo reciclado em embalagens plásticas, escalando para 40% até 2040.

    Essa mudança gerou uma demanda imediata e sem precedentes por rastreabilidade. Não basta mais comprar uma resina recuperada qualquer; é preciso comprovar a origem, o processamento e a reintrodução efetiva desse material na cadeia produtiva. A indústria, importadores e grandes varejistas correm contra o tempo para auditar seus fornecedores, pois a conformidade será medida por plataformas oficiais de rastreio, como o sistema Recircula Brasil.

    A Dor do Mercado: Onde Encontrar PCR Confiável?

    O grande gargalo que se revela neste fim de ano não é a falta de resíduo, mas a falta de resina reciclada com certificação de origem. Muitas empresas descobriram, tardiamente, que seus atuais fornecedores de reciclados não possuem processos verticalizados ou documentação robusta o suficiente para validar as metas perante o Ministério do Meio Ambiente. O risco de greenwashing involuntário — ou a incapacidade de provar a conformidade — tornou-se uma preocupação central nas diretorias de ESG.

    Azeplast: Parceiro Estratégico na Conformidade

    É neste cenário de urgência que a Azeplast se destaca como uma

    peça-chave para as empresas que precisam se adequar ao Decreto 12.688/2025. Com mais de três décadas de atuação, a empresa de Chapecó (SC) não é apenas uma transformadora; ela domina o ciclo completo da reciclagem.

    Diferente de fornecedores que apenas compram a resina pronta, a Azeplast atua na recuperação do resíduo, na moagem, lavagem, extrusão e transformação em novos produtos, como filmes flexíveis e sacos para lixo. Esse processo verticalizado garante exatamente o que o novo decreto exige: rastreabilidade total.

    • Garantia de Origem: Ao controlar a entrada da sucata plástica e seu processamento, a Azeplast assegura que o material é legitimamente pós-consumo (PCR).
    • Qualidade Industrial: O uso de tecnologia de ponta permite fornecer embalagens secundárias e terciárias com alto percentual de reciclado sem perder desempenho mecânico.
    • Segurança Jurídica: Para grandes geradores e indústrias que precisam cumprir a cota de 22% de PCR já em 2026, ter um parceiro auditável elimina o risco de não conformidade.

    Enquanto o mercado busca freneticamente por soluções para fechar as contas da logística reversa, a Azeplast oferece o caminho pronto. Ao adotar as embalagens e soluções da empresa, as marcas não apenas cumprem a lei, mas integram uma cadeia de valor que já opera com a transparência que o futuro exige. Para 2026, a escolha do fornecedor de reciclados deixou de ser uma questão de custo para ser uma questão de continuidade do negócio.

    Entre em contato com a nossa equipe comercial e saiba como podemos ajudar sua empresa a se adequar.