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  • Tecnologia, controle e experiência: os pilares da qualidade nas embalagens com PCR

    Tecnologia, controle e experiência: os pilares da qualidade nas embalagens com PCR

    A adoção de materiais reciclados pós-consumo (PCR) tem avançado em diversos segmentos industriais, impulsionada pelas metas de sustentabilidade e pelas novas exigências do mercado. No entanto, ainda existem dúvidas sobre a capacidade desses materiais de entregar qualidade, desempenho e padronização em aplicações industriais.

    Para falar sobre o tema, conversamos com Darlan Trindade, Diretor Industrial da Azeplast, que explica como tecnologia, controle de processo e experiência técnica são fatores essenciais para garantir a confiabilidade das embalagens produzidas com PCR.

    Com o avanço das metas de sustentabilidade e das novas exigências do mercado, quais fatores garantem a qualidade e a segurança das embalagens produzidas com PCR?

    Segundo Darlan, dois fatores são fundamentais nesse processo: tecnologia e know-how.

    “A Azeplast utiliza equipamentos de vanguarda quando se refere à produção de embalagens flexíveis e à garantia da estabilidade no processo.”

    Entre os recursos utilizados pela empresa estão extrusoras de três camadas com tecnologia de controle de variação de espessura, dosadores gravimétricos de última geração e um laboratório próprio para aferição dos principais requisitos técnicos das embalagens.

    “O laboratório permite a aferição de parâmetros como coeficiente de deslizamento (COF), alongamento, resistência à tração e taxa de encolhimento.”

    Além da estrutura tecnológica, Darlan destaca a experiência da equipe técnica como um diferencial importante.

    “A Azeplast possui profissionais com mais de 20 anos de experiência na produção de embalagens flexíveis, incluindo a produção de PCR.”

    Ainda existem muitas dúvidas sobre o uso de materiais reciclados em embalagens. Quais são os principais mitos e verdades que as empresas precisam entender antes de adotar soluções com PCR?

    Para o diretor industrial da Azeplast, a percepção de que o PCR é um material de qualidade inferior tem origem em um contexto diferente do atual.

    “O PCR sempre foi tratado como um material de segunda linha no horizonte das embalagens flexíveis, muito em função dos próprios fabricantes de PCR não se preocuparem com a qualidade do material produzido.”

    Segundo ele, esse cenário começou a mudar com o avanço das práticas ESG e com a crescente demanda das grandes indústrias por soluções mais sustentáveis sem abrir mão da qualidade.

    “Isso fez com que as empresas investissem em tecnologia para obter resinas e, por conseguinte, embalagens PCR com qualidade semelhante a seus pares originados com matéria-prima virgem.”

    Darlan também destaca um diferencial importante da operação da Azeplast: a verticalização do processo produtivo.

    “Um fator que diferencia a Azeplast da maioria dos seus concorrentes é que seu processo é todo verticalizado.”

    Isso significa que a resina PCR utilizada na fabricação das embalagens é produzida pela própria empresa, permitindo maior controle dos parâmetros técnicos e da qualidade do material empregado.

    “A Azeplast tem controle total sobre o PCR produzido e as embalagens geradas a partir dele.”

    No caso de embalagens para eletrodomésticos e bens duráveis, onde o uso de material reciclado é permitido e quais cuidados técnicos precisam ser observados para garantir conformidade e desempenho?

    Quando o assunto é desempenho, alguns indicadores técnicos merecem atenção especial.

    “Posso citar três parâmetros que julgo os mais importantes para esse tipo de aplicação: coeficiente de deslizamento (COF), alongamento até a ruptura e força de selagem.”

    De acordo com Darlan, mais do que atingir um determinado resultado em um lote específico, é fundamental garantir repetitividade e estabilidade ao longo da produção.

    “Se a embalagem tiver esses parâmetros dentro do que o cliente espera como padrão e esse padrão tenha repetitividade, certamente o cliente vai ficar satisfeito.”

    Todos esses requisitos podem ser avaliados internamente pela equipe da Azeplast, por meio dos ensaios realizados em laboratório.

    Para as empresas que precisam se adequar às novas demandas de sustentabilidade sem comprometer qualidade e produtividade, qual é o papel de um fornecedor especializado nesse processo?

    Para Darlan, a principal responsabilidade de um fornecedor especializado é garantir uma transição segura para o cliente.

    “O principal papel do fornecedor que vai entrar em um cliente já acostumado com a matéria-prima virgem é garantir que a substituição da base produtiva não interfira na operação produtiva.”

    Segundo ele, essa segurança é construída a partir dos mesmos pilares que sustentam toda a estratégia da empresa.

    “A base para isso são os dois fatores que citei anteriormente: tecnologia e know-how.”

    Dessa forma, a adoção de PCR deixa de ser apenas uma iniciativa voltada à sustentabilidade e passa a ser uma solução viável também do ponto de vista operacional, técnico e produtivo.

  • PCR: o que muda na indústria com o avanço do PCR – na visão de quem está dentro do processo

    PCR: o que muda na indústria com o avanço do PCR – na visão de quem está dentro do processo

    A indústria de embalagens está passando por uma mudança importante e isso se relaciona com o material das embalagens, ou melhor, com o PCR.

    Com o avanço das regulamentações e a entrada em vigor do Decreto 12.688, o uso de material reciclado deixou de ser uma escolha e passou a ser uma exigência, impactando operação, custo e competitividade.

    Mas, na prática, o que isso significa?

    Para entender esse cenário, conversamos com Patrick Medeiros, diretor comercial da Azeplast, indústria especializada em filmes flexíveis com alto uso de PCR (material reciclado pós-consumo), que vive esse movimento no dia a dia.

    “A embalagem deixou de ser operacional. Hoje ela impacta o negócio.”

    Por que a embalagem deixou de ser um tema apenas operacional dentro das indústrias?

    Porque hoje ela impacta diretamente o negócio.

    Antes, embalagem era muito tratada como commodity, algo mais técnico, operacional. Hoje não. Hoje ela mexe com margem, com risco e com competitividade.

    Quando entra uma regulamentação como o Decreto 12.688, isso fica ainda mais claro. Não é mais uma decisão opcional, é algo que a empresa vai precisar estruturar.

    “O mercado ainda não sabe o que está acontecendo”

    As empresas já estão preparadas para esse novo cenário?

    Não estão. O que a gente vê na prática é que o mercado, de forma geral, não sabe o que está acontecendo ainda. Falta informação. Inclusive sobre o PCR.

    Muita empresa acha que já está fazendo o que precisa porque já trabalha com logística reversa, mas não é a mesma coisa. São coisas diferentes. Então existe uma falsa sensação de que está tudo certo, e não está.

    “O maior erro hoje é achar que já está resolvido”

    Quais são os erros mais comuns que você tem visto?

    O principal erro é esse: achar que já resolveu.

    Muita empresa acredita que está usando material reciclado adequado, mas quando a gente vai ver, é material pós-industrial. E isso não atende ao que o decreto exige.

    Outro ponto é a falta de rastreabilidade. Precisa entender o PCR. Não basta dizer que é reciclado. Precisa comprovar de onde vem, ter certificação, ter controle. Sem isso, não adianta.

    “Ainda existe resistência, mas ela vem de um histórico antigo”

    O uso de PCR ainda gera insegurança na indústria?

    Gera. Mas essa insegurança vem muito mais do histórico do mercado do que da realidade de hoje.

    Lá atrás, o material reciclado realmente tinha problema, cheiro, impureza, dificuldade de rodar na máquina. Isso aconteceu, não dá pra negar.

    Só que o mercado evoluiu. Hoje, quando você tem controle da cadeia e um material bem feito, o comportamento é outro. O problema é que muita gente ainda está olhando com a cabeça de anos atrás.

    “Não é essa complexidade toda que o mercado imagina”

    O que realmente muda na operação ao adotar PCR?

    Não é uma ruptura. O que muda são ajustes. Dependendo da aplicação, você precisa calibrar alguma coisa, acompanhar mais de perto no início. Mas isso faz parte de qualquer validação.

    Com material de qualidade e suporte técnico, isso roda. O problema é quando a empresa testa com material ruim ou sem apoio, aí realmente não funciona, e ela acaba travando.

    “Quem olha primeiro para isso não é o Compras”

    Dentro das empresas, quem deve estar envolvido nesse processo?

    Normalmente começa por qualidade, sustentabilidade e P&D. Essas áreas entendem o impacto técnico e regulatório. O Compras entra depois, quando já tem uma diretriz mais clara.

    Por isso, quando a gente fala de comunicação, tem que falar com essas áreas primeiro. São elas que puxam esse tipo de movimento dentro das empresas.

    “Não se adaptar pode gerar impacto real”

    Quais são os riscos para quem não se adequar?

    Tem risco, sim. O decreto prevê multa e pode chegar até em questões de licença de operação. Não é algo leve.

    Mas, além disso, tem o impacto de mercado. Empresas que não se movimentarem podem começar a perder espaço, principalmente em cadeias onde isso passa a ser exigido. E isso tende a crescer.

    Mais do que entender, o desafio é aplicar

    Se o cenário já mudou, a dúvida agora é como fazer isso na prática sem comprometer a operação? Porque é aí que muita empresa trava. Pensando nisso, preparamos um material que aprofunda esse ponto no conteúdo a seguir. Clique aqui e confira!

  • PCR na prática: como aplicar material reciclado sem comprometer sua operação

    PCR na prática: como aplicar material reciclado sem comprometer sua operação

    A adoção de material reciclado nas embalagens deixou de ser uma tendência para se tornar uma exigência real do mercado. Mas o que o PCR na prática tem a ver com isso?

    Com a entrada em vigor do Decreto 12.688, empresas passam a ter não apenas a responsabilidade de gerenciar o plástico que colocam no mercado, mas também de incorporar conteúdo reciclado em suas embalagens.

    Apesar desse cenário, uma dúvida ainda trava muitas decisões dentro das indústrias: o uso de PCR compromete a operação?

    A resposta não é simples, mas também não é o problema que muitos imaginam, e é sobre isso que trata este presente texto. Confira!

    PCR na prática: o principal medo da indústria não é regulatório é operacional

    Quando o tema é PCR (material pós-consumo reciclado), a maior resistência não está na legislação, mas na operação.

    Áreas como qualidade, P&D e engenharia costumam levantar preocupações legítimas: receio de variações no material, impacto na maquinabilidade, possíveis falhas na produção e instabilidade no processo.

    Esse cuidado faz sentido, especialmente quando se considera o histórico do material reciclado no mercado.

    Durante anos, o PCR foi associado a baixa qualidade, presença de impurezas, odor e dificuldade de processamento. Essa percepção não surgiu por acaso, ela é resultado de uma cadeia que, por muito tempo, foi pouco controlada.

    O que mudou no uso de PCR nos últimos anos

    Apesar de tudo, o cenário é outro e a evolução da cadeia de reciclagem e a profissionalização de algumas indústrias trouxeram um novo padrão de material reciclado.

    Hoje o PCR na prática passa a ter um comportamento muito mais previsível quando há controle da origem, rastreabilidade e padronização da resina.

    Especialmente em operações verticalizadas, onde a própria indústria controla etapas críticas da cadeia, é possível reduzir variáveis e garantir maior estabilidade.

    Isso muda completamente a lógica: o reciclado deixa de ser uma alternativa de baixo custo e passa a ser uma solução técnica viável.

    O que realmente muda na operação ao usar PCR

    O uso do PCR na prática, não representa uma ruptura na operação, mas exige atenção a alguns pontos. O primeiro deles está relacionado aos ajustes de processo.

    Dependendo da aplicação, pode ser necessário realizar calibrações finas em parâmetros como temperatura, velocidade de máquina ou condições de selagem.

    São ajustes controláveis, mas que pedem acompanhamento técnico, especialmente nas primeiras rodadas.

    Outro ponto importante é o monitoramento inicial. Os testes são fundamentais para validar o comportamento do material em ambiente real e identificar eventuais necessidades de ajuste.

    É justamente nessa etapa que muitos projetos falham, não por limitações do material, mas pela ausência de suporte adequado.

    Por fim, a escolha do fornecedor tem um peso decisivo.

    Materiais reciclados sem controle de origem, sem padronização ou sem certificação tendem a apresentar variações que, essas sim, podem comprometer a operação.

    Ou seja, o problema não está no PCR na prática, em si, mas na falta de controle sobre ele.

    Por que muitas empresas ainda falham com PCR

    Grande parte das experiências negativas com material reciclado está associada a erros de entendimento e aplicação.

    É comum, por exemplo, que empresas utilizem material pós-industrial (PIR) acreditando que estão atendendo às exigências regulatórias, quando na verdade o decreto exige o uso de material pós-consumo (PCR).

    Além disso, a ausência de rastreabilidade e a escolha de fornecedores sem padrão de qualidade reforçam a sensação de insegurança.

    Assim, uma experiência ruim gera resistência, que por sua vez impede a evolução do uso do material, ciclo difícil de quebrar.

    Como garantir segurança ao aplicar PCR

    Empresas que conseguem avançar com segurança na adoção de PCR na prática têm algo em comum: tratam o tema de forma estruturada.

    Isso começa pela conformidade regulatória, com materiais certificados e rastreáveis. Passa pela segurança operacional, com testes acompanhados e validação em ambiente real.

    E se completa com a segurança de fornecimento, garantindo volume, padronização e consistência ao longo do tempo.

    Quando esses três elementos estão alinhados, o material reciclado deixa de ser uma incerteza e passa a fazer parte de uma operação estável.

    O fator tempo: um ponto que muitas empresas ignoram

    Um aspecto frequentemente negligenciado nesse processo é o tempo de implementação.

    A adaptação de embalagens não acontece de forma imediata. Mesmo em cenários mais simples, o desenvolvimento pode levar alguns meses, especialmente quando envolve validação técnica e ajustes operacionais.

    Isso significa que quando a exigência se torna urgente, o tempo de resposta já não é suficiente.

    E é fundamental compreender que o uso de PCR na indústria deixou de ser uma discussão restrita à sustentabilidade e passou a fazer parte da estratégia operacional das empresas.

    Hoje, inclusive, ele está diretamente ligado à conformidade regulatória, à continuidade da produção e à competitividade no mercado. Neste sentido, a questão central é “como implementar com segurança”.

    Afinal, quando aplicado com controle, conhecimento e estrutura, o PCR na prática não compromete a operação, ele a viabiliza dentro do novo cenário da indústria. E aqui na Azeplast, oferecemos o caminho.

    Clique aqui e entre em contato com a nossa equipe comercial ou chame direto no WhatsApp e saiba como podemos ajudar sua empresa a se adequar.

  • Rastreabilidade 4.0: Blockchain e novas metas de 2026 transformam a reciclagem no Brasil

    Rastreabilidade 4.0: Blockchain e novas metas de 2026 transformam a reciclagem no Brasil

    Estamos em janeiro de 2026 e a gestão de resíduos no Brasil atravessa sua fase mais tecnológica e regulatória. Com a entrada em vigor das novas metas do Decreto Federal de Logística Reversa, que estipula a recuperação de 22% das embalagens plásticas colocadas no mercado já para este ano, a pressão sobre as empresas nunca foi tão grande. A resposta do setor, no entanto, vem digitalizada: a integração massiva de blockchain e certificações digitais está eliminando o antigo fantasma da “dupla contagem” de notas fiscais e garantindo uma transparência inédita na cadeia de reciclagem.

    O fim da era do papel e o auge dos Tokens de Reciclagem

    Se até 2024 a rastreabilidade era um diferencial de marketing, hoje ela é uma licença para operar. O mercado brasileiro observa a consolidação de plataformas que tokenizam créditos de reciclagem. Startups nacionais, como a Minha Coleta e a Polen, ganharam tração no último semestre ao utilizar redes blockchain para transformar cada quilo de resíduo recuperado em um ativo digital único e imutável.

    Essa tecnologia resolve um gargalo histórico: a fraude. Antigamente, uma mesma nota fiscal de venda de material reciclável poderia ser utilizada por duas ou mais empresas para comprovar o cumprimento de metas ambientais. Com o registro em livro-razão distribuído, o “Crédito de Logística Reversa” torna-se um NFT (Token Não Fungível) auditável em tempo real. Quem ganha é o meio ambiente e o compliance das corporações, que agora podem apresentar relatórios ESG à prova de falhas para investidores e reguladores.

    O Passaporte Digital de Produtos (DPP) bate à porta

    A urgência brasileira não é isolada. A indústria nacional corre para se adequar ao Passaporte Digital de Produtos (DPP) da União Europeia. Embora o foco inicial na Europa tenha sido baterias industriais e de veículos elétricos — cuja exigência de passaporte digital entrou em vigor no início deste ano —, a onda regulatória já impacta exportadores brasileiros de têxteis e aço verde.

    • Transparência total: O DPP exige que dados sobre a origem da matéria-prima, percentual de conteúdo reciclado e instruções de descarte acompanhem o produto digitalmente.
    • Impacto nas exportações: Commodities brasileiras e manufaturados que não comprovarem sua circularidade via certificações rastreáveis correm o risco de perder espaço no mercado europeu.

    Um exemplo prático dessa movimentação global é o anúncio feito hoje (14) pela gigante japonesa Fujitsu, que iniciou testes de blockchain para rastrear dados de valor ambiental em “aço verde”, visando justamente a integridade das certificações de redução de carbono que circulam entre produtores e compradores internacionais.

    Regulação nacional aperta o cerco

    No cenário doméstico, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) publicou na primeira semana de 2026 novas portarias (como a GM/MMA nº 1.561/26) que endurecem os critérios de habilitação para as entidades gestoras. O recado é claro: a governança dos sistemas de logística reversa precisa ser auditável.

    Não basta mais dizer que reciclou; é preciso provar o caminho do resíduo, da lixeira do consumidor até a reintrodução na indústria como nova matéria-prima. O ano de 2026 promete ser o divisor de águas onde a tecnologia blockchain deixa de ser uma promessa futurista para se tornar a espinha dorsal da economia circular brasileira.

  • Decreto 12.688/2025 transforma mercado: Corrida por rastreabilidade e PCR certificado define agenda para 2026

    Decreto 12.688/2025 transforma mercado: Corrida por rastreabilidade e PCR certificado define agenda para 2026

     

     

    O clima nos bastidores da indústria de embalagens é de adaptação acelerada. Com a publicação do Decreto Federal nº 12.688 em 21 de outubro deste ano, o Brasil deu seu passo mais ousado em direção à economia circular real. Se antes a logística reversa operava em um terreno por vezes voluntário ou fragmentado, agora a regra é clara: a partir de 2026, a incorporação de conteúdo reciclado pós-consumo (PCR) deixa de ser um diferencial de marketing para se tornar uma obrigação legal monitorada.

    O Novo Cenário Regulatório

    O decreto regulamentou dispositivos da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e introduziu o chamado “Mandato Duplo”. Isso significa que as empresas não podem apenas garantir que reciclam (retirar resíduos do mercado); elas precisam, obrigatoriamente, reinserir material reciclado em suas novas embalagens. A meta inicial para 2026 é agressiva: 22% de conteúdo reciclado em embalagens plásticas, escalando para 40% até 2040.

    Essa mudança gerou uma demanda imediata e sem precedentes por rastreabilidade. Não basta mais comprar uma resina recuperada qualquer; é preciso comprovar a origem, o processamento e a reintrodução efetiva desse material na cadeia produtiva. A indústria, importadores e grandes varejistas correm contra o tempo para auditar seus fornecedores, pois a conformidade será medida por plataformas oficiais de rastreio, como o sistema Recircula Brasil.

    A Dor do Mercado: Onde Encontrar PCR Confiável?

    O grande gargalo que se revela neste fim de ano não é a falta de resíduo, mas a falta de resina reciclada com certificação de origem. Muitas empresas descobriram, tardiamente, que seus atuais fornecedores de reciclados não possuem processos verticalizados ou documentação robusta o suficiente para validar as metas perante o Ministério do Meio Ambiente. O risco de greenwashing involuntário — ou a incapacidade de provar a conformidade — tornou-se uma preocupação central nas diretorias de ESG.

    Azeplast: Parceiro Estratégico na Conformidade

    É neste cenário de urgência que a Azeplast se destaca como uma

    peça-chave para as empresas que precisam se adequar ao Decreto 12.688/2025. Com mais de três décadas de atuação, a empresa de Chapecó (SC) não é apenas uma transformadora; ela domina o ciclo completo da reciclagem.

    Diferente de fornecedores que apenas compram a resina pronta, a Azeplast atua na recuperação do resíduo, na moagem, lavagem, extrusão e transformação em novos produtos, como filmes flexíveis e sacos para lixo. Esse processo verticalizado garante exatamente o que o novo decreto exige: rastreabilidade total.

    • Garantia de Origem: Ao controlar a entrada da sucata plástica e seu processamento, a Azeplast assegura que o material é legitimamente pós-consumo (PCR).
    • Qualidade Industrial: O uso de tecnologia de ponta permite fornecer embalagens secundárias e terciárias com alto percentual de reciclado sem perder desempenho mecânico.
    • Segurança Jurídica: Para grandes geradores e indústrias que precisam cumprir a cota de 22% de PCR já em 2026, ter um parceiro auditável elimina o risco de não conformidade.

    Enquanto o mercado busca freneticamente por soluções para fechar as contas da logística reversa, a Azeplast oferece o caminho pronto. Ao adotar as embalagens e soluções da empresa, as marcas não apenas cumprem a lei, mas integram uma cadeia de valor que já opera com a transparência que o futuro exige. Para 2026, a escolha do fornecedor de reciclados deixou de ser uma questão de custo para ser uma questão de continuidade do negócio.

    Entre em contato com a nossa equipe comercial e saiba como podemos ajudar sua empresa a se adequar.